A direção do Sindilimp Caxias recebeu, na manhã desta terça-feira (18/11), uma comissão de trabalhadores do SAMU de Caxias do Sul. Os profissionais buscaram o apoio do sindicato diante de graves informações que vêm circulando sobre possíveis iniciativas do governo municipal que podem levar à precarização — e até à privatização — de um serviço que é patrimônio público e vital para a população.
Gratificação de 60% é garantia de continuidade e qualidade do atendimento
Entre as principais preocupações apresentadas, está a ameaça à gratificação de 60% sobre o salário-base dos trabalhadores, benefício previsto em lei e criado para assegurar a permanência desses profissionais em um regime de trabalho altamente exigente.
Segundo os servidores, há risco concreto de retirada da gratificação de 60%, prevista em lei e fundamental para garantir a permanência dos trabalhadores do SAMU. Esses profissionais trabalham em plantões de 12h, noites, finais de semana e feriados em condições climáticas diversas, atendendo desde parto, PCR, acidente de trânsito diverso, nunca medindo esforços pro atendimento sempre em melhor qualidade.
SAMU Caxias é referência regional — e depende da regulação para funcionar
O SAMU de Caxias do Sul possui central de regulação própria (192), que é o “cérebro” do sistema: recebe, tria e despacha todas as solicitações de socorro. Apenas dois ou três trabalhadores atendem simultaneamente às chamadas em uma região que abrange cerca de um milhão de pessoas, conectando Caxias a cidades como Vacaria, Bom Jesus, Flores da Cunha, Farroupilha, Nova Petrópolis, Gramado, Canela e São Marcos.
Além disso, os trabalhadores do SAMU também atuam na Central de Leitos e na Central de Exames, setores fundamentais para o funcionamento integrado da rede de saúde.
A perda desses profissionais altamente qualificados prejudicaria não apenas o SAMU, mas todo o sistema público de saúde da região.
Sindilimp Caxias reafirma compromisso com a defesa da saúde pública
O presidente do Sindilimp Caxias, Henrique Silva, manifestou apoio integral à categoria. “O SAMU é público, é nosso, e é essencial à vida. Não aceitaremos retrocessos que coloquem em risco profissionais que salvam vidas todos os dias. A retirada de direitos ou qualquer movimento de desmonte seria um ataque direto à população”, afirmou.
Ele reforçou que o sindicato estará ao lado dos trabalhadores em todas as instâncias, dialogando, mobilizando e defendendo a manutenção do serviço público com qualidade, estabilidade e valorização profissional.
Proteger quem salva vidas é proteger toda a sociedade
O Sindilimp Caxias segue vigilante e comprometido com a defesa do SAMU como serviço público de excelência — gratuito, acessível, humanizado e vital para reduzir mortes em acidentes, emergências clínicas e casos de violência.
Valorizar os trabalhadores do SAMU e proteger o funcionamento da regulação é garantir que o sistema de urgência continue funcionando. Sem esses profissionais, o atendimento pré-hospitalar simplesmente não existe.
Assessoria






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